ANA LÚCIA
A deputada estadual Ana Lúcia vem a público esclarecer e responder as acusações feitas pelo colunista político Cícero Mendes, na edição do Jornal do Dia de 13 de fevereiro, a respeito do apoio prestado pela parlamentar ao professor e sindicalista Jonas Vidal, que está sendo processado pelo prefeito de Boquim, Jean Carlos, num claro ato de cerceamento de liberdade de expressão.
Ao contrário do prefeito Jean Carlos, que pretende inibir e acovardar os professores e professoras da rede municipal por meio de um processo judicial contra uma liderança sindical, Ana Lúcia não esteve no Fórum do município, durante as duas audiências do caso, para intimidar o prefeito de Boquim. Esteve, sim, como representante de um Poder constituído, o Legislativo, para acompanhar o processo e cumprir com dois dos papéis constitucionais de um parlamentar: mediar os interesses da população junto aos outros poderes e fiscalizar se houve algum tipo de abuso ou ameaça à liberdade de organização sindical por parte da prefeitura e do judiciário.
Como parlamentar e como professora, Ana Lúcia também esteve no Fórum para prestar solidariedade não apenas ao sindicalista alvo do processo judicial, mas à categoria como um todo que, de forma indireta, está tendo seu direito de liberdade de expressão cerceado. “Ao tentar calar o professor Jonas Vidal, o prefeito tenta atingir todos os professores, professoras e sindicalistas do município”, reafirma a parlamentar.
Crítica e liberdade de expressão
“Jean Carlos é um gestor público, não apenas um cidadão comum. E a crítica proferida pelo professor Jonas que motivou a ação judicial foi à gestão municipal, ao Jean prefeito e não ao Jean cidadão. Diante disso, não houve ofensa pessoal, mas uma crítica à gestão municipal”, informa a parlamentar, reforçando que a crítica se deu diante de um quadro de desproporcionalidade entre os reajustes salariais dos professores concursados e dos cargos em comissão e de luta pela implementação da lei que garante o piso salarial dos professores no município. Porém, destaca Ana Lúcia, “não cabe a mim, nem à imprensa nos antecipar e julgar a atitude do professor Jonas. Quem tem de fazer isso é a Justiça, de acordo com a legislação”, apontou.
Neste sentido, Ana Lúcia aponta que a crítica e a liberdade de e expressão são fundamentais para a existência da democracia. “Confio na Justiça, pois sei da importância da liberdade de expressão e manifestação para a consolidação de um Estado democrático. A possibilidade de debate, de divergência e de crítica é o termômetro de uma democracia. Quando não há possibilidade de crítica à coisa pública, temos certeza de que não vivemos um regime democrático, mas uma ditadura”, destacou.
REUNIÕES FREQUENTES
Assim que o senador Eduardo (PSC-SE) chegou de Brasília na tarde desta quinta-feira (26), participou de reunião-almoço com os deputados estaduais da sua bancada. Esses encontros se tornaram fixos e segundo o parlamentar são importantes para o grupo permanecer fortalecido, mantendo a sintonia e união adquirida. “Já agendamos para na próxima quinta-feira, 6, a nossa assessoria apresentar a eles o nosso novo plano de comunicação. Os amigos Vanderbal, Paulinho da Varzinha e Georgeo Passos não puderam comparecer por questões inadiáveis. Acredito que a quantidade é importante, porém a qualidade é fundamental”, reafirmou Eduardo.













