Cresce número de idosos que pretende continuar no mercado de trabalho
Estão cada vez mais distantes os dias em que os idosos ficavam apenas em casa. Muitos deles querem permanecer ativos e o trabalho faz parte de suas atividades. É o que aponta a Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Segundo o material, o número de pessoas entre 50 e 64 anos no mercado formal de trabalho subiu cerca de 30% em um período de cinco anos.
Em 2010, havia 5,8 milhões trabalhadores com carteira assinada nessa faixa etária, número que chegou a 7,6 milhões em 2015. Também foi registrado um aumento na participação de trabalhadores com mais de 65 anos, que passou de 361,3 mil em 2010 para 574,1 mil em 2015.
Dados da pesquisa revelam que o setor de serviços é o que possui maior receptividade aos trabalhadores mais velhos. Quase 2,6 milhões de trabalhadores entre 50 a 64 anos estavam empregados com carteira de trabalho nesse segmento em 2015. Outros 200,4 mil tinham mais de 65 anos.
No mesmo ano, a administração pública empregava 2,5 milhões de pessoas nessa faixa etária, seguida pela indústria de transformação, com 923 mil empregados, e do comércio, com 864 mil trabalhadores.
Retração
De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mais de dois milhões de pessoas com idade entre 50 a 64 anos e 99,2 mil com mais de 65 anos perderam o emprego nos últimos 12 meses. No mesmo período, houve 931,4 mil contratações de pessoas nas duas faixas etárias.
Agência CNM, com informações da Agência Brasil













