Intocáveis: três prisões e uma morte na 2ª fase operação

Três pessoas foram presas na operação “Os Intocáveis”, deflagrada pelas polícias Civil e Militar, em Nossa Senhora das Dores. A operação teve início na tarde da segunda-feira, 27 e a segunda fase fase da operação aconteceu na manhã desta terça-feira, 28. A ação desarticulou uma quadrilha de traficantes que vendia as drogas nas regiões circuvizinhas. Um dos suspeitos morreu em confronto com a polícia.
Há cerca de quatro meses, o Departamento de Narcóticos (Dnarc) e a Delegacia Regional de Nossa Senhora das Dores vinham investigado a atuação dos suspeitos. Com eles, foram apreendidas 27 trouxas de maconha, 73 pinos contendo cocaína, além de 500 gramas de cocaína, 24 caixas de sulfato de magnésio (um material utilizado para misturar com a cocaína), uma balança de precisão e uma quantia de R$ 5.400 mil em dinheiro e R$ 18 mil em cheque.
De acordo com o delegado regional do médio sertão da Polícia Civil, Fábio Santana, a quadrilha era liderada por Emílio Garção de Jesus, conhecido como ‘Binha’. “Ele alugava armas para praticar os crimes. Comprava e vendia cavalos, drogas e carros. Além disso, ele transitava tranquilamente pela cidade”. Ainda de acordo com o delegado, a droga era vendida pelas cidades circunvizinhas, como Siriri e Cumbe.
Ainda segundo informações do delegado, a operação continua, principalmente, para identificar de onde vêm as drogas.
Flagrante
Na segunda fase da operação, foram presos em flagrante, na manhã desse segunda, Elenilton dos Santos Souza, conhecido como “Fifio” e José Cláudia Ramiro, pelo porte ilegal de arma de fogo. Ambos são suspeitos de pertencer à associação criminosa. Durante a abordagem às residências dos dois suspeitos, foram encontradas duas armas de fogo e cerca de 27 munições.
Morte
Cleoni Correia dos Santos, um terceiro suspeito, resistiu à ordem de prisão e morreu em confronto com a polícia ainda no local. Com ele, foram apreendidas uma arma de fogo e cinco munições.
Combate
Segundo a delegada do Departamento de Narcóticos (Dnarc), Nalile Castro, há um trabalho no combate a esse tipo de crime “Independente dessa operação, há um trabalho investigativo, para reprimir a ação de traficantes. Muitos ‘Binhas’ existem por aí”.
