Médicos sem registro de especialista lideram denúncias de infrações éticas em Sergipe, alerta Cremese

A busca por tratamentos médicos por meio das redes sociais é uma prática comum, mas que exige atenção dos pacientes. Sobre esse tema, o coordenador da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos do Conselho Regional de Medicina de Sergipe (Cremese), Renê Vasconcelos, afirmou que a maior parte das denúncias de infrações éticas cometidas por médicos é se intitular especialista sem ter o devido registro.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) proíbe que médicos façam anúncios de especialidades sem possuir o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) devidamente cadastrado no Conselho Regional de Medicina (CRM).
Segundo as normas vigentes, a conclusão de cursos livres ou de pós-graduações lato sensu não confere o título de especialista ao profissional. Apresentar-se como especialista sem o devido registro no conselho regional caracteriza infração ética.
"O maior número de infrações, com certeza, é se intitular especialista sem ser, principalmente psiquiatria, emagrecimento, área de atuação que não existe, medicina do canabinoide, que embora tenham várias pós-graduações, mas não existe essa área de atuação. Então assim, a campeã de audiência realmente é se intitular especialista sem ser", declarou Renê Vasconcelos.
Fonte: G1SE














