Suspeitos de assaltos a estabelecimentos são presos

20/10/2016 às

Voltando à ativa, depois de cerca de 10 anos desativada, a Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos da Polícia Civil (Derof) apresentou na manhã desta quinta, 20, casos de invasões e roubos, além de prisões de suspeitos dos crimes. 

 

De acordo com a delegada responsável, Juliana Alcoforado, os suspeitos invadiam salões de beleza, pizzarias, lanchonetes e clínicas de saúde. “Eles saem em sistema de arrastão, assaltam um local e passam a outro numa mesma noite”. Ela também diz que os crimes são feitos por diversos grupos organizados e pede à população que continue contribuindo com as investigações, através de denúncias anônimas.

 

As prisão foram feitas através de mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário, após investigações da Derof, que contou com a análise de câmeras dos estabelecimentos. Foram presos Daniel Santos, 21, em flagrante, por estar de posse de objetos roubados e Lúcio Silva Calazans Júnior, 19, acusando de invadir um salão de beleza.

 

Já Wallington Luís Santos Andrade, 19, foi preso por invadir lanchonetes e pizzarias. Rafael Machado Lima, 21, está foragido. Por invasões a clínicas, a polícia prendeu Abel Gomes Júnior, 28, e por um assalto a uma loja de informática na Hermes Fontes, foram presos Lenílson da Silva Santos, 21. Suspeitos de participarem desse último crime, estão foragidos Daniel Santiago dos Santos, 20, e Douglas César da Silva Santos, 23. 

 

O delegado geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira falou da atuação da Derof no combate a roubos. “Com a Derof reativada, acreditamos que teremos um bom resultado. No pouco tempo em que foi reativada, já foram feitas sete prisões e dez casos importantes foram elucidados. Ela supre uma lacuna que tínhamos na Policia Civil”, afirma. Ainda segundo ele, a Derof foi desativada com o surgimento do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), mas houve a necessidade de uma investigação mais focada que o Cope não conseguia comportar.

 

Vieira aproveita para chamar atenção da população para a compra de produtos usados. "O cidadão que compra um produto roubado está estimulando o marginal da rua. Vamos fazer ação de repressão específica, em que pessoas que compram esses produtos também serão levadas à Justiça", ressalta o delegado.