COMEÇOU A MARCHA_
Até a próxima quinta-feira (28), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), prefeitos de diversas cidades participam XVIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Sergipe, é claro, também está presente ao evento. Entre as pautas levantadas pelo movimento municipalista estão os subfinanciamentos dos programas federais, o impacto do ajuste fiscal, a municipalização dos serviços públicos e, é claro, o Pacto Federativo. As reivindicações foram apresentadas nessa segunda (25), pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, para a imprensa nacional.
Durante entrevista coletiva, Ziulkoski também antecipou alguns estudos e levantamentos que serão divulgados no evento, entre eles, a posição dos prefeitos em relação a alguns pontos da Reforma Política, como a coincidência de mandatos, por exemplo. Também foram mostrados dados que apontam a média de atrasos de prefeituras com os fornecedores: de três a seis meses, e o impacto do reajuste do mínimo de 2003 para cá, que foi de R$ 22 bilhões. “Em meio a tudo isso não há como interromper o atendimento ao cidadão. Em 88 tínhamos 30 mil servidores em Saúde, agora temos 1,5 milhão. Tudo tem sido municipalizado. Enquanto os recursos permanecem estáveis”, lamentou Ziulkoski.
O presidente da CNM lembrou que as mudanças reivindicadas pelo municipalismo são apresentadas como Propostas de Emenda à Constituição (PECs), portanto, não dependem do Executivo. “Este encontro terá o maior número de deputados e um dos momentos mais importantes será a apresentação do relatório preliminar da Comissão Especial do Pacto Federativo da Câmara. Haverá ainda um envolvimento maior dos governadores. Os chefes dos Estados também participarão dos debates em torno do Pacto. É um momento ímpar”, avaliou. A expectativa é que a Marcha receba este ano cerca de 7 mil pessoas, realmente preocupadas em como fecharão as contas no final do mandato.
PRORROGADA I
A 17ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe foi prorrogada em todo país pelo Ministério da Saúde até o dia 5 de junho. O objetivo da prorrogação é para que a meta de vacinação, 80% da população alvo, seja alcançada. A meta em Sergipe representa vacinar 326.900 pessoas. No Estado, a cobertura vacinal está em 49,94% da população alvo, o que representa 204.055 doses aplicadas. Entre os 75 municípios, somente seis alcançaram a meta: Rosário do Catete (99,66%), Cristinápolis (88,26%), Telha (86,68), Pedrinhas (82,96%), Cumbe (82,16%) e São Domingos (81,05%).
PRORRAGADA II
Outros 19 municípios não alcançaram 50% de cobertura vacinal antes da prorrogação da campanha – a lista das cidades está disponível no site da SES. De acordo com a coordenadora do programa de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Sândala Oliveira, a vacina contra a gripe é segura e eficaz e protege as pessoas contra as complicações trazidas pela doença. “Os municípios são responsáveis pela vacinação em seus territórios, por isso, devem fazer um trabalho de busca ativa com as equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF), inclusive disponibilizando as doses em locais de difícil acesso. Os técnicos da Secretaria de Estado da Saúde estão à disposição dos técnicos municipais para apoiá-los em qualquer dificuldade”, finalizou.











