CORTES NA SAÚDE

28/05/2015 às
José Sobral: Apelo ao Conselho (FOTO - ASCOM José Sobral: Apelo ao Conselho)

O Governo Federal contingenciou mais de R$ 11 bilhões do orçamento para este ano para a Saúde. A notícia foi dada na última sexta-feira (22), durante o anúncio da Programação Orçamentária e Financeira de 2015. É claro que este corte vai atingir – e muito – a população, especialmente a mais carente, que depende única e exclusivamente dos serviços públicos.


O secretário de Estado da Saúde, José Sobral, esteve ontem (27) em Brasília para a 6ª Assembleia do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), onde questionou a redução de gastos com Saúde. “Fiz um forte apelo ao Conselho para que fizesse uma manifestação contrária ao corte de R$ 11 bilhões do orçamento da União para a Saúde. Nosso público cresce a cada dia, os serviços aumentam em quantidade e qualidade e, consequentemente, os gastos são maiores”, justificou.


Para ele, reduzir recursos irá encurralar as secretarias estaduais que são a linha de frente dos problemas e das demandas. “Com a alta do dólar, os insumos e medicamentos também aumentaram. Passaremos por grandes dificuldades e o Conass precisa de um posicionamento contrário à essa redução”, argumentou José Sobral. A apresentação do orçamento foi feita pela assessora técnica do Conselho, Viviane Rocha de Luiz, baseada no Decreto n. 8.456, de 22 de maio de 2015, mostrando todo o cronograma mensal de desembolso do Poder Executivo para o exercício de 2015.


O secretário aproveitou a oportunidade para levantar outro tema importante: a atenção ao glaucoma. “Essa temática foi provocada por ofício de Sergipe que trouxe o Ministério da Saúde a rediscutir ações e suspender portarias que seriam muito ruins aos pacientes sergipanos a partir de junho próximo, causando um grande desconforto”, enalteceu.


 

CONTINUA NO CARGO II


O prefeito de Umbauba, José Silveira Guimarães (Zé de Francisquinho) continua exercendo seu mandato. Segundo a assessoria jurídica do gestor, a condenação da Justiça Federal, divulgada na terça-feira (26), trata-se de uma ação de improbidade administrativa referente a gestão de 2001 a 2008. De acordo com a sentença, teria havido conluio de algumas empresas pertencentes à Família Tavares e Mendes, que participaram de diversas licitações no município.


CONTINUA NO CARGO I


A assessoria jurídica do prefeito afirma que, mesmo não existindo qualquer comprovação de conluio por parte do gestor, a justiça condenou o administrador por ter nomeado pessoas inexperientes na comissão de licitação, homologado o certame e assinado os contratos. Apesar da condenação a decisão cabe recurso no TRF da 5ª Região.