Contrato feito entre Prefeitura e Cavo será investigado
O contrato emergencial feito entre Prefeitura de Aracaju e a empresa Cavo para realização da coleta de lixo na capital sergipana será investigado pelo Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap). Conforme informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a coordenadora do Deotap, Danielle Garcia, decidiu instaurar o inquérito após uma representação criminal da empresa Torre, antiga responsável pela coleta de lixo em Aracaju.
A Cavo assumiu a limpeza urbana em Aracaju no dia 11 de março, um dia após o término do contrato entre a Torre e Prefeitura de Aracaju. O modelo de contrato, segundo a própria Prefeitura, foi de caráter emergencial, e de vigência para 180 dias. A antiga empresa responsável pela coleta cobra uma dívida de R$ 30 milhões da gestão municipal.
O conselheiro-presidente do Tribunal de Contas do Estado, Clóvis Barbosa, já havia recomendado à Prefeitura que suspendesse a mesma licitação e atentasse para fatores como transparência, isonomia e competitividade, com base em denúncias também da empresa Torre protocolada no órgão. Em contraponto, o prefeito João Alves (DEM) contestou a recomendação e chegou a afirmar que em todas as contestações feitas junto ao TCE, a prefeitura teria ganhado.











