Diná cassada eleitoralmente
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TER/SE) e cassou o mandato da deputada estadual Maria Valdiná Almeida (Podemos). A decisão foi tomada nesta terça-feira (21), com base no processo onde constava abusos de poder econômico e político nas eleições de 2018. O Plenário considerou que a política e o marido, prefeito de Tobias Barreto na época, utilizaram a máquina municipal em favor da candidatura da deputada. Os ministros constataram que a candidata teria recebido doações de fontes não identificadas, o que também teria afetado a igualdade na disputa eleitoral.
Inelegíveis
Ainda com base no processo, o TSE determinou a anulação dos votos recebidos por Valdiná e a retotalização da votação proporcional para o cargo, com o imediato cumprimento da decisão pela Corte Regional, independentemente da publicação do acórdão. Além de confirmar a cassação de Valdiná, o Tribunal manteve a inelegibilidade do marido por oito anos, a partir do pleito de 2018. A condenação apurou que a candidata vinculou as cores e slogan de campanha à cor azul, a mesma da administração municipal de Tobias Barreto, há época, comandada pelo marido Diógenes Almeida.
Pastor Joanan pode assumir
Com a cassação de Dina Almeida as portas abrem para os suplentes. A primeira cogitada seria Grancinha Garcez, ex-prefeita de Itaporanga D’Ájuda. Mas a candidata deixou o partido, abrindo a vaga para o pastor Joanan Menezes, que é vereador em Nossa Senhora do Socorro. Atualmente o parlamentar consta como primeiro suplente e poderá assumir o cargo de Diná Almeida. Coisas da vida política!











