Gestão Municipal participa de debate sobre auditoria em obras públicas promovido pelo TCE
As secretárias de municipais de Infraestrutura e Meio Ambiente (Seima), Maria Olívia Chirife, do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog), Maria José Souza e Sousa, e a Diretora-presidente da Fundação de Cultura e Turismo “João Bebe Água” (Fundact), Dilene Job, representaram o Prefeito Jorjão durante a tradicional reunião-almoço oferecida pela Associação Sergipana de Obras Públicas e Privadas (Asseop), ocorrida na última segunda-feira, 11. Na oportunidade o Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE) deu início a uma série de reuniões, que visam debater e aperfeiçoar o processo de auditoria em obras públicas, com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços ofertados à população.
Durante o evento o conselheiro-presidente Clóvis Barbosa e o diretor de Controle Externo de Obras e Serviços, Adir Machado, apresentaram aos empresários da construção civil sergipana e demais presentes – incluindo prefeitos e outros gestores municipais e estaduais, além de representantes do Ministério Público Estadual (MPE), o desejo do TCE em buscar ouvir a sociedade e as entidades para aperfeiçoar o processo de auditoria em Sergipe. “Esta foi uma excelente oportunidade para que pudéssemos atualizar os nossos conhecimentos nesse setor, tão importante para o desenvolvimento da sociedade, afinal o que todos buscamos é o preço justo, a qualidade do serviço e a sua conclusão no menor espaço de tempo possível”, afirma Maria Olívia.
O encontro foi motivado por um convite do presidente da Asseop, o empresário Luciano Barreto, que também fez referência aos três pontos mais esperados pela sociedade na concepção de uma obra. “Afinal todos temos o mesmo objetivo, que é concluir a obra dentro dos prazos e com qualidade, mas sabemos o quanto isso é difícil devido aos problemas enfrentados pelas administrações em quitar os custos dessas melhorias. Com o TCE se somando nesta perspectiva, todos têm a ganhar", concluiu.
Já para Clóvis Barbosa o Tribunal não deve ir apenas atrás dos gestores, pois as auditorias necessitam de um conjunto de fatores para que possam acontecer e serem bem sucedidas. “E para que isso aconteça é fundamental a participação de todos os agentes envolvidos, incluindo as empresas que estão à frente das obras e que muito podem contribuir com essas auditorias. Agradeço a participação de todos os envolvidos, pois isso mostra o comprometimento dessas gestões com a transparência desses processos”, garante o conselheiro. Em sua explanação o diretor Adir Machado falou sobre sobre o plano de ações do Controle Externo e deu destaque aos problemas relevantes e recorrentes encontrados nas obras públicas em Sergipe.











